Passou? Passou mesmo? Então porque doí?
Então dando uma volta em meus pensamentos e outra volta no blog do Lucas encontrei explicações sem algum tipo de resposta.
"Se acabou não tinha que doer, às vezes é confuso, doí porque parou de doer e é ai que a gente percebe que se ainda doí é porque em nós ainda não acabou... será que ainda doí no outro? Será que só não acabou em nós? E quando a dor por ver a dor de ver o fim acabar, será que acaba tudo? In the end. No final o mocinho tinha que ficar com a mocinha, não é assim nos finais felizes?
Doí ver a cada dia a ausência tirar de nós o outro, doí lutar contra a vontade de pegar o celular e dizer: "Besta! Você está me perdendo!". Doí saber que se pode ser feliz de outra maneira, é que abandonar um caminho por um melhor dá insegurança... e doí. Doí uma dor que não doí, doí por parar de doer, doí por não está doendo...
Doí ver que a gente quer bem nos perdendo..." ~Lucas da Silva e Silva.
Obrigada Lucas, por mais uma vez me da explicações.
Então é respirar fundo, seguir em frente e ter a esperança de que tudo dali para frente seja doce, simples e doce.
Oi Rô, doi mais ainda, em saber que a pessoa que se foi, perdeu uma grande oportunidade de ser feliz.(é o que sempre digo)
ResponderExcluirBeijinhos a vc
Se acabou não tinha que doer, às vezes é confuso, doí porque parou de doer e é ai que a gente percebe que se ainda doí é porque em nós ainda não acabou...
ResponderExcluirE nunca vai acabar. No fundo, machuca, porque não queríamos que acabasse e mesmo com passar do tempo, onde novas perspectivas irão surgir, mesmo assim iremos nos perguntar, e se tivesse ocorrido diferente? Como diz MOpheus de Matrix "O que aconteceu, aconteceu porque deveria acontecer e não poderia acontecer diferente" mesmo se fôssemos androides, de alguma forma sempre ia ser preciso uma ajuda. Um amigo pode ajudar, um desconhecido pode e por ai, porém em alguns momentos só temos a nós, por isso é respirar fundo para seguir em frente.
Escrevi algo relacionado a isso na carta pra ti hehe enfim, já falei demais. Beijoss.
É, sempre existe essa dor irremediável.
ResponderExcluirBeijinho.